quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Paçoca



Rendimento: 50 porções
Tempo de preparo: 20 minutos + 3 horas de geladeira
Nível: Fácil

INGREDIENTES:

400g de biscoito de leite
500g de amendoim torrado sem pele
2 colheres (sopa) de açúcar
1 lata de leite condensado
Reserve alguns gramas de bolacha

MODO DE PREPARO:

- Leve ao processador (ou ao liquidificador) o biscoito e o amendoim. Bata até obter uma farofa.
- Em um refratário coloque a farofa de bolacha e amendoim e acrescente o açúcar e o leite condensado. Misture.
- Em uma forma grande ou um refratário, espalhe bem a massa e leve a geladeira por 3 horas. Ela deve ficar com uma espessura de 3 centímetros.
- Retire da geladeira e corte no formato desejado.
- Esfarele o restante da bolacha (que foi reservada) e passe a paçoca nesse farelo.
- Sirva.


Bom apetite!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Queijão!





Mais um motivo para os mineiros se orgulharem de sua gastronomia. A cidade mineira de Ipanema bateu o recorde de maior queijo do Brasil e entrou para o RankBrasil, o livro de recordes nacional. Para a produção do gigantesco Queijo Minas Padrão foram utilizados 12,5 litros de leite, 120 quilos de sal, o trabalho de dez profissionais e longos dias de maturação até estar pronto.
O resultado foi uma peça de 1.305 quilos, com 59 centímetros de altura e 175 de diâmetro. Acredita-se que a belezinha tenha rendido oito mil fatias que foram distribuídas para a população.
Como só Minas Gerais pode produzir queijo minas, a criança é, seguramente, a maior do mundo também.
À Cooperativa Agropecuária de Ipanema LTDA, responsável pela produção do queijão, fica uma sugestão: na próxima vez que resolverem fazer tão discreto queijo, façam também uma goiabada cascão a altura. Pensou um Romeuzão e Julietona?


(foto:Leonardo Morais/Folhapress)


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Entrando em Cana



Trazido ao Brasil pelos escravos vindos de Cabo Verde e da ilha da Madeira, o caldo de cana ou garapa é produto da moagem da cana de açúcar. O comércio do caldo se espalhou por todo o país e é vendido em beira de estradas e, principalmente, em feiras livres (ou de rua). A garapa aportou, na cidade de São Paulo, em 1982, sendo que a primeira barraca se instalou na Vila Prudente.

A extração do caldo da cana é simples. Primeiramente raspam-se as canas logo após o recebimento (atualmente a cana já é entregue raspada aos garapeiros) e em seguida higieniza-se a planta. Feito isso - se é que alguém faz isso -, a cana é submetida ao processo de moagem, do qual se extrai a garapa. A mesma garapa que, através de métodos distintos, produz cachaça, açúcar e etanol.

Apreciado de Norte a Sul do Brasil, é item indispensável, ao lado do inseparável companheiro...

LEIA NA ÍNTEGRA EM: www.jundiaionline.com.br/colunistas/coluna.asp?id=97